Mês delas, ganhos de todos

By md 3 anos agoNo Comments

Não por acaso, a Projelet é composta por 47% de mulheres. É fato que elas estão cada vez mais atuantes nos diversos segmentos sociais e têm apresentado crescimento desde a escolaridade, passando pela carreira, com a conquista de altos cargos e assumindo profissões antes de domínio essencialmente masculino. Como a Projelet está sempre à frente, aqui Entre Nós, temos a imensa satisfação de contar com uma equipe bastante mista.

Danielle Felipe, que completa sete anos de Projelet esse mês, fala da sua percepção em relação ao mercado. “Fiz técnico em edificações e atualmente curso engenharia de produção civil. Sem dúvida mudou bastante a proporção de mulheres. Em todas as engenharias percebo um grande equilíbrio entre o número de alunos e alunas”, observa. “Nunca enfrentei preconceitos, mas é comum notar a surpresa na reação de quem não convive com esse mercado”, completa.

Atenção aos detalhes, flexibilidade, sensibilidade para lidar com situações críticas. Embora haja tendência a algumas habilidades, claro que não dá pra generalizar com relação às qualidades: cada uma é única. Com competência técnica, estão conquistando cada vez mais espaço na construção civil e jogando por terra a divisão sexista do trabalho, que segmenta tendências, capacidades e interesses de homens e mulheres, como se fossem leis, aprisionando-os em perfis deterministas.

Com sólida bagagem de conhecimentos, as mulheres vêm rompendo com este modelo de profissões consideradas essencialmente masculinas ou femininas. Mesmo sendo minoria no mercado de trabalho (46%), elas são maioria nas universidades. Também têm procurado cada vez mais o ensino técnico. Em dez anos, o número de matrículas de mulheres nas escolas do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a maior rede de formação de trabalhadores para a indústria do país, aumentou em mais de quatro vezes.

Embora ainda estejam em menor número nos cargos de liderança, estão tendendo a equilibrar este cenário. Um estudo realizado pela CATHO, com mais de 200 mil empresas, aponta que profissionais do sexo feminino representam 23,85% dos cargos mais elevados (presidentes e CEOs), sendo que há 15 anos elas representavam pouco mais de 10% do mercado.

Mas o que os dados comprovam, a Projelet já sabe bem. “Competência não é sinônimo de gênero, por isso reunimos os melhores no nosso time e cada um que faz parte dele só tem a agregar para a nossa convivência e para a excelência do que produzimos”, destaca o diretor Bruno Marciano. “A cada funcionária os nossos parabéns e agradecimento por estar conosco, lado a lado, construindo o que há de melhor!”, desejou, em nome de todos os diretores.

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