Pirataria em licitações se tornará ilegal: a construção civil está preparada para isso?

novembro 29, 2017
No dia 25 de novembro de 2017, os senadores brasileiros aprovaram um projeto de lei que interfere na Lei das Licitações. No Projeto de Lei do Senado (PLS) 695/2015 está incluída a condenação de prática de crime de violação de direito autoral, descaminho ou contrabando. Para tornar-se lei, o projeto ainda deve passar pela análise da Câmara dos Deputados. Essa lei é importante para o cenário da construção civil, já que trabalhamos de forma recorrente com softwares e licitações públicas. Essa lei, se aprovada, terá diversas implicações nos métodos de trabalho. Neste post, explicamos para você o que muda na construção civil com a lei, porque ela é benéfica e motivos para não apoiar a pirataria, evitando ser punido em licitações. O que muda com a lei de pirataria em licitações? Quando a lei entrar em vigor, suas regras passarão a punir empresas que, ao participem de licitações e busquem fazer contratos da Administração Pública, forem identificadas praticando a pirataria em licitações. De acordo com a lei, haverá “condenação pela prática de crime de violação de direito autoral, descaminho ou contrabando.” Como projetos de obras públicas envolvem várias licitações, todo o setor da construção civil deve se atentar às novas regras. Que tipo de condenação será dada às empresas? Serão aplicadas às empresas condenadas sanções administrativas de suspensão temporária de participação em licitações e impedimento de contratar com a Administração Pública. Além disso, se os sócios ou administradores da empresa tiverem sido condenados por crime de violação de direito autoral, a empresa também receberá suspensão. Além disso, sanções tributárias e cíveis serão aplicadas a esses sócios. Ainda, as empresas condenadas na Lei de Licitação terão os nomes inseridos no Sistema Integrado da Controladoria Geral da União (CGU), relativo ao Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS) e ao Cadastro Nacional das Empresas Punidas (CNEP). Com isso, será facilmente identificado quais empresas da construção civil praticam a pirataria em licitações. Porque essa lei é benéfica para a construção civil? A economia brasileira é fortemente prejudicada pela pirataria e contrabando. De acordo com a Receita Federal, esses crimes geram prejuízos de R$ 100 bilhões por ano. Na construção civil, empresas que desconsideram a necessidade de softwares originais e optam pela pirataria criam condições desproporcionais de concorrência. Quando a legislação nacional cria medidas para combater a pirataria em licitações, pessoas jurídicas passam a ser responsabilizadas pelos seus atos ilícitos contra o mercado e à administração pública. Se a lei for aprovada pela Câmara dos Deputados, ela se mostrará como mais uma forma de assegurar que nos processos licitatórios da construção civil há igualdade de condições a todos os concorrentes. Assim, empresas do setor que não possuem os gastos com softwares não possuirão vantagens competitivas. A lei é então uma forma de mecanismo e controle, que também dá uma punição moral para evitar a contratação de empresas da construção civil que praticam a pirataria em licitações. A expectativa é que, com a lei aprovada, reprima-se esse tipo de ação e diminua a prática

5 razões pelas quais você deve investir em eficiência energética

novembro 8, 2017
Boa parte da energia gerada ainda é desperdiçada no Brasil. De acordo com dados divulgados em maio deste ano pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de  Conservação de Energia (Abesco), nos últimos três anos foram desperdiçados mais de 140 mil gigawatts-hora (GWh). Para se ter ideia, essa energia seria suficiente para abastecer durante um mês uma cidade de 533 mil habitantes. Os números chamam atenção quando consideramos o atual momento da nossa sociedade, marcado pela crescente preocupação com sustentabilidade e com a preservação dos recursos naturais. Este cenário não é diferente na construção civil, que tem a eficiência energética como um de seus temas prioritários, principalmente em função do crescimento da demanda por sistemas prediais, cada vez mais complexos. Estas construções possuem um alto índice de consumo de energia e, consequentemente, elevados custos de funcionamento. Isso sem mencionar o impacto ambiental causado pela emissão de gases de efeito estufa para sua geração.   Por isso, é fundamental que o uso racional da energia entre de forma prática nos projetos da construção civil, com esforços do setor público, a partir do desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a sustentabilidade; e do setor privado, com a criação de projetos que garantam o desempenho energético operacional, além da adequação e reabilitação de edifícios já em uso. Na construção civil, o investimento em Eficiência Energética vem se tornando uma realidade, contribuindo assim com a criação de empreendimentos mais sustentáveis e amigos do meio ambiente. Sabendo da importância deste tema, reunimos neste post alguns motivos que, com certeza, vão convencê-lo também a investir nesta área. Veja abaixo 5 motivos para investir em eficiência energética 1. Baixa Emissão de Poluentes A eficiência energética é uma das principais ferramentas para a construção de um sistema econômico de baixa emissão de poluentes na atmosfera, como monóxido de carbono e dióxido de carbono. Fora o aumento de custos de energia, o desgaste dos combustíveis fósseis e as altas emissões de CO₂ podem ser revertidas com a eficiência de edificações. Como soluções, identificamos tendências que podem reduzir o consumo de energia ou até mesmo a geração própria de energia para a construção civil. No Brasil, existe a expectativa de que, em longo prazo, sejam criadas políticas que garantam benefícios econômicos a empresas e soluções ecoeficientes. 2. Equilíbrio Energético De acordo com o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), o setor de edificações no Brasil é responsável por 48,5% do consumo de energia elétrica nacional. A eficiência energética é um dos principais vetores capazes de trazer o equilíbrio para o setor energético brasileiro. Em vários sistemas é possível usar tecnologias que buscam investir em eficiência energética: superfícies frias, ventilação, janelas, esquadrias, caixilhos, ar-condicionado, iluminação, aquecimento de água, bombeamento. Normas como a NBR 15.575 também incluem critérios de desempenho energéticos em residências e são um princípio de incentivo ao equilíbrio energético. Da mesma forma, projetos de retrofit, referentes a requalificação e adaptação de edificações antigas, devem prever melhorias no desempenho energético. 3. Valor da tarifa Vários motivos implicam no valor da

Um investimento no futuro – Áudio e Vídeo

outubro 18, 2017
Bruno Marciano, diretor Comercial da Projelet ECOM, acredita que a economia e meio-ambiente devem caminhar juntos A expressão “desenvolvimento sustentável” vem sendo utilizada de diversas maneiras na promoção do que se espera ser uma grande evolução da humanidade. Hoje em dia, o conceito está aplicado, com todas suas variáveis, nos ambientes de casa, do trabalho, escolas e em muitas outras instituições, incorporando às edificações modernas o senso de responsabilidade de quem as constrói. Diante da crise hídrica, energética e econômica no Brasil, por exemplo, as construções sustentáveis colaboram com inúmeras soluções, visando a otimização de energia elétrica e de água, entre outros de recursos da natureza. Além de ajudar na preservação do meio ambiente, esta é uma ótima forma de evitar custos com manutenção, que pesam no orçamento das pessoas e até durante a construção do empreendimento. EQUILÍBRIO COM O MEIO-AMBIENTE A aplicação do conceito sustentabilidade já é uma realidade comum nos negócios. Os profissionais de engenharia e arquitetura, durante a elaboração e execução do projeto, buscam o equilíbrio entre os impactos ambientais da indústria versus os seus benefícios econômicos e sociais. Existem desafios ao limitar os impactos da natureza e humanos da construção, garantindo, ao mesmo tempo, a mais alta qualidade, resistência e durabilidade, sem descuidar da estética. Podemos dizer que a construção civil é um dos pilares para a sustentação da economia mundial, e que o setor tem contribuído bastante para o crescimento brasileiro. No entanto, para que este progresso seja sólido, economia e meio ambiente devem caminhar juntos. É importante ter o envolvimento não somente entre os consumidores das soluções, mas também entre governos e associações. Além do mais, a consolidação de uma ideologia ambiental por parte das empresas do setor impacta positivamente em sua imagem mercadológica. ECONOMIA BALANCEADA Muito se fala no alto custo de um modelo de construção sustentável, mas a verdade é que esse entendimento de prejuízo precisa ser questionado. Apesar do investimento inicial, os resultados aparecem em médio e longo prazo, com a economia que se tem com despesas de água e energia. Tudo isso representa, portanto, um investimento estratégico. A premissa inicial para percorrer um caminho de responsabilidade socioambiental é colocá-la como meta nas empresas, desenvolvendo sua gestão corporativa através dos empreendimentos, projetos, obras, fornecedores e demais partes envolvidas. Sabemos que as atividades desenvolvidas pela sociedade causam impactos ambientais diariamente, mas, com a intensa industrialização, há uma potencialização desses danos.  A mensagem que fica para as próximas gerações é que a sustentabilidade não tem a ver só com a capacidade de produzir sem degradar os espaços, mas em falar para as pessoas sobre o quanto é necessário o consumo responsável dos nossos recursos, pois seu esgotamento pode ser ainda mais trágico para a humanidade.

Como promover a sustentabilidade na construção civil

outubro 11, 2017
Promover a sustentabilidade na construção civil é uma necessidade. O alto impacto da construção civil na geração de resíduos e uso de matéria-prima, por exemplo, mostra que é preciso fortalecer e estruturar toda a cadeia produtiva do nosso setor. É importante, ainda, garantir o equilíbrio entre a proteção do ambiente e o crescimento econômico. Para isso, é necessário promover a justiça ambiental, um grande desafio para a nossa qualidade de vida e das futuras gerações. Por isso, acreditamos que as organizações devem pensar em ações e oportunidades para promover a sustentabilidade em todo o processo construtivo. Seja de maneira pontual, desenvolvendo habilidades e conhecimento organizacional, ou atuando para oferecer produtos e serviços sustentáveis, todos temos potencial para auxiliar as futuras gerações e nós mesmos. Por isso, propomos neste post um conjunto de orientações para contribuir para o desenvolvimento sustentável na construção civil. 3 Dicas para promover a sustentabilidade na construção civil Integre-se a fornecedores e parceiros estratégicos É muito importante buscar parceiros que também se preocupam com a sustentabilidade na construção civil. Ao encontrar empresas com potencial, vocês podem desenvolver parcerias e estratégias importantes para promover em seu meio a construção sustentável. Para encontrar um parceiro, pense em uma empresa que também esteja interessada em se capacitar e a seguir referências para a sustentabilidade no setor. Conheça fornecedores cujos produtos possuem valor estratégico, considerando os principais materiais e serviços contratados no desenvolvimento de projetos sustentáveis, e entre em contato com eles. As formas de construir essas parcerias são muitas. Um exemplo seria através da adoção de certificações que definam os insumos e serviços de maior qualidade, buscando a sustentabilidade. Essa é uma forma de instigar esses fornecedores a desenvolverem suas competências em atuar de modo responsável. Outra possibilidade seria a criação conjunta, entre esses parceiros, de planos de ação visando a integração entre fornecedores e clientes de uma cadeia sustentável da construção civil. Dessa forma, é possível integrar fornecedores, escritórios de arquitetura, projetistas e construtoras. Através dessas parcerias é possível gerar um fortalecimento mútuo em busca da competitividade e sustentabilidade no setor. E, por meio dessas, é possível impactar o desempenho ambiental, econômico e social da construção civil. Isso sem contar que as parcerias devem auxiliá-lo na obtenção de novos acordos comerciais voltados para a sustentabilidade em sua área de atuação. Assim, sua empresa não apenas evolui, mas também ajuda a promover tendências sustentáveis em toda a cadeia produtiva, criando uma rede de valor em torno da sustentabilidade. 2. Conheça referências sobre sustentabilidade na construção civil Acreditamos que o estudo é sempre o primeiro passo para qualquer ação. Para promover a sustentabilidade na construção civil, é importante conhecer e analisar o que já vem sendo trabalhado nacionalmente e internacionalmente. Esse passo é crucial antes de trabalhar com sustentabilidade em seu negócio. Uma forma eficiente para adquirir conhecimento é buscando quem é referência na área. Reconhecer quem desenvolve de forma eficaz a sustentabilidade na construção civil a um tempo lhe dará direcionamentos precisos. Observe instituições que têm se dedicado há décadas

A tecnologia deve ser aliada da construção – Diário do Comércio

outubro 4, 2017
Ganhar eficiência, principalmente em tempo de crise, passa pelo uso de inovação no setor – Não é de hoje que a transformação tecnológica é palco de discussões na mídia e também dentro das companhias. Considerada um diferencial para alavancar os negócios, o aperfeiçoamento das técnicas nas organizações assusta os gestores, pois requer mudanças na estrutura de trabalho. No setor de engenharia não é diferente. O mercado da construção, por exemplo, se depara com desafios e dificuldades em todas as suas etapas e as tecnologias surgem como facilitadoras. No entanto, ao se tratar de novas metodologias, gargalos como a capacitação dos profissionais e padronização na linguagem dos softwares entram na pauta das empresas de engenharia e arquitetura. A crise é outro elemento que potencializa ainda mais esse atraso na utilização de tecnologias. Para se ter uma ideia, segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seu último relatório, o setor da construção encolheu 16,5% em 2015, na comparação com o ano anterior. Se a construção reduziu seu ritmo, imagine utilizar métodos que encarecem o valor total da obra. Não podemos falar na evolução da indústria da construção civil sem citar o BIM (Building Information Modelling). A ferramenta permite o registro de todas as informações de uma edificação, que vale para todas as disciplinas do empreendimento. O acesso da informação deixa que os profissionais envolvidos usem dispositivos de simulação e análise, colaborando com as novas formas de gerir um empreendimento. Bato novamente na tecla da capacitação. Temos à nossa disposição um aparato poderoso e que melhora os modos de construir, mas sem treinamento dos profissionais e criação de uma linguagem comum entre os programas, nosso grande passo para o futuro ficará ainda mais distante. Hoje, a utilização de métodos ultrapassadas evidencia orçamentos imprecisos às empresas, qualidade questionável, atrasos e outros contratempos que geram custos extras e podem colocar em risco a saúde financeira da indústria. O BIM é uma das soluções para esses problemas. A execução de projeto integrado, orçamentos precisos e melhor planejamento de recursos, pessoas e logística diminuirão bastante o valor de investimento e mais: alcançaremos a tão falada sustentabilidade nos processos da construção. Felizmente já existem grupos e instituições relacionadas à área que estudam maneiras de compatibilizar os sistemas operacionais, descrição técnica e outras informações que consistem um projeto em BIM. E é por isso que o Brasil caminha, mesmo que a passos lentos, para uma grande jornada na utilização da ferramenta. Cabe a nós reestruturar o nosso quadro de funcionários e instruí-los para uso das novas tecnologias. Não se trata simplesmente de uma vantagem estratégica. Quem não se adaptar, não vai sobreviver. Isto vale para as empresas de software e também para as de projeto. Bruno Marciano – Diretor Comercial da Projelet ECOM *Artigo publicado no jornal Diário Comércio Indústria & Serviços

Cervejaria Wäls inaugura novo complexo com projeto assinado pela Projelet ECOM

agosto 17, 2017
Localizado no topo do Mirante Olhos D’Água, em Belo Horizonte, e cercado por cenários verdes, repleto de cadeias de montanhas, o complexo arquitetônico já impressiona. Erguido com elementos como madeira, vidro e concreto, o projeto, que conta com a participação da Projelet ECOM e arquitetura assinada por Gustavo Penna, mais parece um museu contemporâneo dedicado à cerveja. Seus 1900 metros quadrados contam com ambientes modernos e conectados, local para degustação, adega, escritório, restaurante e área externa com food trucks. O Ateliê Wäls, como foi batizado o empreendimento, chega ao mercado cervejeiro nacional com uma proposta inédita: ser um centro de inovação no setor. Segundo Jéssica Mariano, projetista da Projelet ECOM, participar de um trabalho tão inovador como o da Cervejaria Wäls é muito gratificante, pois sua arquitetura é moderna e desafiadora. “Unimos força pra atender ao cliente, em um pequeno espaço de tempo para execução, fornecendo projetos de qualidade e com soluções bem definidas. O prazo entre a liberação e a entrega foi de sete meses”. Para Mariano, um dos grandes desafios do projeto foi a compatibilização de suas instalações, já que a cervejaria é um projeto de arquitetura atípica e busca um padrão estético diferenciado. “Fechamentos em vidro e com pouca alvenaria, utilização de elementos metálicos e ausência de espaços técnicos representaram um desafio para a harmonização do projeto. Além disso, o desenvolvimento de soluções para uma edificação já existente demandou um cuidado a mais para a criação de uma interface amigável. O sucesso na entrega de mais uma obra fortalece nossa marca e mostra que estamos no caminho certo no que diz respeito às tendências da engenharia de Sistemas Prediais”, finaliza.

Edifício Monterosso: mais uma inovação em BIM

agosto 10, 2017
Assinado pela escritório Torres Miranda Arquitetura, o Edifício Monterosso é um dos destaques da construtora em 2017 e conta com os projetos de Sistemas Prediais da Projelet ECOM. Localizado no Carmo-Sion, o empreendimento é o primeiro da linha Light, com quatro quartos e três vagas de garagem. O projeto têm os mais diversos atrativos, como salão de festas, pátio gourmet, piscina, espaço fitness, playground, home office e quadra poliesportiva, além de áreas de relaxamento e descanso. A novidade do grupo tem o objetivo de oferecer apartamentos com plantas inteligentes, materiais versáteis e personalização por kits pré-definidos de modificações.   Bruno Marciano, diretor comercial da Projelet ECOM, afirma que estar ao lado de construtoras como a Caparaó colabora com o sucesso do projeto. “A sintonia entre Caparaó e a Projelet ECOM garante a execução de bons produtos de arquitetura e engenharia, além de gerar economia de tempo e recursos, principalmente na utilização do BIM (Building Information Modeling). A construtora faz parte da nossa história há muitos anos e a confiança que adquirimos com seus gestores se transforma, em cada parceria, em excelentes resultados, já que juntos agregamos mais valor às soluções oferecidas”, destaca.   Segundo Thaís Valle, arquiteta do Grupo Caparaó, a parceria com a Projelet ECOM é antiga, contando com vários projetos em seus portfólios, antes mesmo da fusão entre Projelet e ECOM. “Depois da união das duas empresas, surgiu a possibilidade de uma parceria para a realização dos projetos do Residencial Monterosso e, em paralelo, a Caparaó iniciou seu processo de transição para a ferramenta BIM. Com o histórico favorável de trabalho que tínhamos com as antigas Projelet e ECOM e sabendo que eles também iniciavam sua transição em direção à tecnologia, vimos uma excelente oportunidade para unirmos as forças e interesses”, explica.   Valle destaca a escolha da ferramenta BIM no processo de elaboração dos projetos. “Ela permite que as equipes identifiquem falhas com mais facilidade e visualizem o trabalho virtualmente. O que antes era imaginado se torna real, melhorando a compreensão dos projetos e, principalmente, antecipando as definições durante os processos. Com o BIM os projetos ficam mais completos, compatibilizados. Ele extrai facilmente o quantitativo de materiais e outras informações para a elaboração do orçamento e planejamento da obra”, enumera a arquiteta.   Com o BIM, a equipe no canteiro de obra pode tirar dúvidas do projeto através do modelo virtual. “Temos a grande vantagem de visualizar as instalações, enxergar a altura das tubulações, seus caimentos e pontuar as interferências existentes entre as disciplinas. Antes da tecnologia, muitas vezes só era constatado no momento da execução. Além de todas a inovações que a ferramenta proporciona ao setor de engenharia e arquitetura, é muito prazeroso contar com a equipe da Projelet ECOM, que tem os profissionais extremamente qualificados e muito atenciosos. Os projetos são completos, organizados e trazem informações muito relevantes”, finaliza Valle.

Projelet ECOM amplia fronteiras junto à ENIT

julho 11, 2017
Empresa mineira torna-se parceira de uma das organizações mais tradicionais da engenharia brasileira   Uma das maiores empresas de Minas Gerais, a Projelet ECOM é reconhecida por seu crescimento sólido e constante aperfeiçoamento no que há de mais inovador na engenharia de Sistemas Prediais. Com trajetória marcada por escolhas audaciosas, a empresa mineira amplia fronteiras de atuação tornando-se parceira da ENIT- Projetos e Consultoria. A parceria foi realizada após uma série de análises de mercado e sob auxílio de profissionais de consultoria em joint venture para promover uma iniciativa que trouxesse benefícios reais e eficientes tanto a clientes quanto a parceiros. Há 50 anos no mercado, a ENIT traz em seu portfólio mais de 1.500 projetos realizados, milhões de metros quadrados construídos, edifícios com a certificação LEED e AAA, além de projetos de grandes empreendimentos espalhados pelo Brasil. “Uma das principais razões que impulsionaram a parceira com a ENIT é a demonstração que juntos podemos unir o conhecimento de décadas de trabalho com a tecnologia de ponta da nossa empresa; proporcionando ao cliente projetos com excelente custo-benefício. Além do mais, a ENIT é uma das organizações mais respeitadas na engenharia. Ela traz consigo a seguridade de projetos de destaque nacional como o Projac da Rede Globo, centenas de shoppings centers construídos pelo país e projetos de grande porte. É, sem sombra de dúvidas, uma referência que teremos ao nosso lado”, destaca o diretor da Projelet ECOM, Bruno Marciano. “Ao firmar parceria com a Projelet ECOM temos a certeza que estamos pisando em terra firme. Em todas as atuações da empresa, percebemos as tomadas de decisões concisas. A Projelet ECOM é pioneira em tecnologia BIM, referência em projetos sustentáveis e conta com centenas de projetos desenvolvidos em diferentes partes do país. Não há uma organização mais qualificada para a nossa empresa trabalhar em conjunto”, afirma Tatiana Gruberger, diretora comercial da ENIT. A parceria com a ENIT é mais uma grande operação da Projelet ECOM, formada em 2015 com a fusão de duas importantes empresas mineiras da engenharia.  Alicerçada em valores que envolvem inovação e aperfeiçoamento, a empresa tem se tornado pioneira em tecnologia BIM, que a levou a ocupar lugar de destaque no setor, e é referência em sustentabilidade, com importantes empreendimentos certificados com o selo verde.

Empresas que usam softwares originais: por que contratar?

maio 30, 2017
Você contrata apenas empresas que usam softwares originais para desenvolver projetos de instalações prediais? Se você nunca parou para pensar nesta pergunta, vale a pena ler esse post! Na área da construção civil, os softwares mais eficientes são pagos, e deles depende uma grande e importante parte do nosso trabalho em projetos para sistemas prediais. Ao mesmo tempo, comprar softwares e adquirir licenças pode ser um dos maiores gastos de uma organização. Por isso, e, principalmente em um cenário de recessão, como o que vivemos atualmente, muitas empresas da construção civil decidem economizar trabalhando com softwares piratas. Mas esse risco vale a pena? A resposta é simples: não! A pirataria aparentemente é uma solução barata, mas seus riscos podem sair bem caros. Entre eles estão ataques de malware, indenizações e até mesmo prisão. No entanto, apesar de todas estas questões, quase metade dos softwares utilizados por empresas no Brasil são não-licenciados. Hoje, reunimos 6 motivos importantes para convencê-lo a investir em empresas que usam softwares originais, favorecendo a integridade na construção civil. Conheça os motivos que listamos para você! Afinal, por que contratar empresas que usam softwares originais? Para evitar que seus projetos em desenvolvimento sejam alvo de crimes virtuais O uso de softwares piratas facilita os crimes virtuais. Você sabia que a pirataria de softwares muitas vezes é utilizada por criminosos virtuais para espalhar malwares? Comprometendo a segurança dos PCs, os softwares piratas podem gerar a perda de dados, roubos de identidade, fraudes e invasões. De acordo com um estudo encomendado pela Microsoft à consultoria IDC e à Universidade Nacional de Singapura, 47% dos computadores brasileiros com softwares piratas analisados estavam pré-infectados. Ou seja, há grandes chances da empresa que usa softwares piratas também passar por esse risco – afetando assim o desenvolvimento do seu projeto. Com os danos decorrentes dessas infecções, o estudo previu também que só em 2014 os brasileiros gastariam cerca de US$ 700 milhões e 44,2 milhões de horas para resolver problemas causados por infecções de vírus em softwares piratas. Muito tempo e muito dinheiro. Você acha que vale a pena essa contratação? Além disso, a reprodução e cópia de softwares é considerada crime e a fiscalização dessas ações tem aumentado. Dessa forma, os prejuízos podem ir muito além de ataques de vírus. Ao usar softwares sem licença, a empresa contratada pode obter detenção de 6 meses a 2 anos, além de grandes multas. Certifique-se da segurança de seus dados e projetos Na construção civil, em que trabalhamos com centenas de projetos, modelos e dados integrados, contratar empresas que usam softwares originais é ter uma atitude responsável com sua própria empresa e com todo o mercado. Mais do que gastar dinheiro, os softwares pagos garantem a proteção da integridade dos sistemas de informatização. Afinal, os dados e projetos são imprescindíveis para manter a produtividade das empresas na construção civil. E não queremos ter retrabalhos, receber projetos com atraso ou ser decepcionados, certo? Conte com o suporte da desenvolvedora do software Problemas e falhas são comuns

NBR 15.575: o guia definitivo

maio 2, 2017
Entender a NBR 15.575/2013 pode até parecer difícil, mas adequar-se a ela é mais simples do que parece. A norma pode ser tratada como um grande guia para a construção civil, ajudando o setor a garantir a padronização. Você conhece os benefícios da NBR? O conjunto normativo deve auxiliar todo o mercado da construção civil e sua cadeia produtiva. A longo prazo, a norma dará início a uma mudança de cultura na engenharia. Com isso, é prevista extrema melhoria na qualidade das habitações brasileiras. As mudanças decorrentes da Norma geram dúvidas aos profissionais da área. Pensando nisso, apresentamos um guia definitivo que deixará mais clara a aplicação da NBR 15.575 no seu dia a dia. Se você é um fornecedor, projetista, construtor ou usuário, esse guia será muito útil! Entenda já a NBR 15.575/2013 É importante saber que a Norma de Desempenho é diferente de outras normas da construção civil. Aquelas são prescritivas, focadas em dados e critérios quantitativos para produtos e procedimentos em especiais. Já a NBR não é somente uma norma quantitativa, mas qualitativa. A NBR 15.575 diz respeito ao funcionamento de sistemas prediais por completos, determinando as necessidades do usuário no edifício todo. Por isso, vale muita atenção às exigências estabelecidas pela Norma. Além de seus critérios, a organização do conjunto normativo e suas formas de verificação devem ser estudadas e analisadas atentamente. Se você ainda tem dúvidas sobre como é organizada a Norma de Desempenho, agora é hora de resolvê-las! Como a Norma é dividida? A NBR 15.575/2013 foi elaborada em 6 partes distintas. Cada uma delas é organizada por elementos da construção. Cada parte explica e auxilia sobre as disciplinas específicas, como um suporte para a tomada de decisões corretas. Conheça os requisitos e disciplinas que cada uma das 6 partes da Norma de Desempenho tratam:   Parte 1: Requisitos gerais;   Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais;   Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos;   Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas;   Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas;   Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitários. Todos requisitos devem promover segurança, habitabilidade e sustentabilidade aos usuários. Assim, os sistemas prediais devem seguir critérios particulares a fim de promover esses tópicos. A estrutura do conjunto normativo A Norma é estruturada a partir de três elementos: Requisitos de Desempenho, Critérios de Desempenho e seus respectivos Métodos de Avaliação. Juntos, esses três elementos buscam garantir o Desempenho de edificações habitacionais. Entenda a função de cada elemento: Requisitos de desempenho qualitativos Referem-se às condições de implantação e exposição da edificação. Além disso, os requisitos qualitativos também incluem as exigências dos usuários. Critérios quantitativos São definidos para atender os requisitos de desempenho qualitativos, mencionados acima. Métodos de avaliação É a forma de avaliação dos critérios da NBR. Esses métodos envolvem análises de projeto, ensaios laboratoriais, protótipos e simulações computacionais. Atenda aos requisitos da Norma A NBR é uma regulação técnica e jurídica para a construção civil brasileira. Por

Tendências sustentáveis para a Engenharia e Arquitetura

abril 3, 2017
Com o objetivo de evitar prejuízos ao meio ambiente, são criadas, constantemente, novas tendências sustentáveis nas áreas da engenharia e arquitetura. Esse mercado, que cresce rapidamente, vem sendo estimulado pela necessidade de adequação ambiental, além da busca pela mudança nos padrões de consumo e produção da humanidade. A cada ano mais presente no canteiro de obras, as tendências sustentáveis trazem diversas vantagens, como diminuição de custos com energia, reaproveitamento e diminuição do desperdício de água, melhora da operação e manutenção predial, englobando milhares estratégias para tornar as áreas urbanas mais sustentáveis. Responsável pelo fortalecimento de soluções e tendências sustentáveis para a sociedade, a construção civil se mostra proativa. Assim, cada vez se propõe mais investimento em tecnologia e inovação. Hoje, apresentamos algumas dessas novidades. Conheça algumas tendências sustentáveis para a construção civil Da projeção à execução do projeto, as tendências sustentáveis podem ser aplicadas em todo o processo construtivo. Isso porque, atualmente, boa parte das principais inovações da indústria da construção envolvem soluções sustentáveis. Ligadas na maioria das vezes em elementos como economia de água, energia e materiais, as tendências sustentáveis promovem diversas mudanças em todo o sistema construtivo. Confira algumas delas, que devem contribuir com o direcionamento de práticas para uma construção mais sustentável: Automação Predial A automação e supervisão predial é uma tendência sustentável envolta por muita idealização. Isso porque muitos imaginam, pensando em filmes futurísticos, que a automação predial é proposta a partir de casas inteligentes nas quais é possível acender luzes ou abrir janelas batendo palmas ou através de controles remotos. Esta tendência vai muito além disso e mostra como estamos conectados através de ferramentas, sistemas e gadgets tecnológicos que podem nos ajudar a economizar energia e água, por exemplo. Há grandes possibilidades de automação, indo além de elementos básicos como luzes e janelas, mas também englobando áreas comuns, portões, sistemas de telefonia, halls. Novas propostas de automação são criadas constantemente e, assim, cada vez mais é possível associar essa tendência a diversos elementos de um sistema predial como, por exemplo, a otimização dos gastos de energia. Materiais de construção ecológicos A construção civil demanda anualmente de 4 a 7 toneladas de material por habitante. Esse número mostra como o mau uso desses recursos pode trazer grandes impactos ambientais. Com os diversos materiais inovadores com princípios sustentáveis, pode-se fazer escolhas inteligentes que reduzam esses impactos. Esses materiais passaram a se desenvolver mais graças às técnicas digitais de produção, como as impressoras 3D. Além desses materiais, novos biomateriais são empregados, desenvolvendo opções de materiais até mesmo com algas e fungos. Tais inovações envolvem também combinações atualizadas de produtos já existentes. A “madeira laminada e colada” para edifícios com paredes e pisos estruturais de madeira, e os concretos de resistência ultraelevada são outros exemplos disso. Indo mais além, existem ainda soluções que envolvem “materiais de gradação funcional”, os “bioinspirados”, isso sem mencionar os vidros e concretos autolimpantes, superfícies frias duráveis e centenas de outras opções. Como analisar a grande quantidade de opções? Considerando a abrangência das opções sustentáveis

Empreendimentos verdes tornam-se mais necessários – Diário do Comércio

março 23, 2017
No Brasil, cerca de 40% de toda água tratada é desperdiçada. O dia 22 de março foi proclamado em 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU), como o Dia Mundial da Água. Nesses 25 anos, a engenharia e a arquitetura têm se esforçado para criar soluções que privilegiem o consumo responsável e favoreçam o reúso desse recurso natural tão valioso e cada vez mais raro. Cabe aos profissionais de planejamento e construção não apenas indicar e projetar soluções, como, em muitos casos, apresentar e convencer clientes sejam pessoas físicas ou jurídicas da necessidade da construção de empreendimentos cada vez mais responsáveis ambientalmente e, assim, mais sustentáveis. De acordo com o diretor comercial da Projelet Ecom, Bruno Marciano, a economia de água é um dos pilares de uma construção responsável, junto com o uso racional da energia e destinação de resíduos. A Projelet Ecom, sediada na região Centro-Sul, é especializada em sistemas prediais, o que inclui o sistema hidráulico. “O básico que se pode usar são os dispositivos redutores de consumo, como bacias acopladas e torneiras com controle de vazão. É possível fazer projetos mais completos, de acordo com as características de cada empreendimento, com a reutilização de água e uso das águas pluviais. A engenharia faz um esforço grande, por meio das empresas sérias, para que haja uma redução do consumo, mas isso ainda é pouco diante do que é gasto principalmente pela agropecuária”, explica Marciano. Dados do relatório do Ministério das Cidades mostram que no Brasil aproximadamente 41% de toda água tratada é desperdiçada. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (Snis) em 2015, o índice nacional de perda de água na distribuição é de 36,7%. Em 2011, era de 38,8% o que significa uma evolução muito lenta para diminuir o desperdício no país, de apenas 2,1 pontos percentuais em quatro anos. Ainda assim, o engenheiro se mostra otimista. “Precisamos de uma expansão de consciência mais global. Devemos trabalhar com a perspectiva da escassez para garantir a abundância. Estamos caminhando para um mercado cada vez mais exigente. As construtoras já perceberam que ao apresentarem soluções sustentáveis agregam valor aos empreendimentos. Do outro lado, as soluções também têm ficado mais baratas e o retorno do investimento através da economia de recursos mais rápida”, destaca o diretor comercial da Projelet Ecom. Sustentabilidade Considerado um dos empreendimentos verdes mais importantesde Belo Horizonte, o Edifício Aureliano Chaves, sede da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), no bairro de Lourdes, região Centro-Sul, foi inaugurado em 2014. Atualmente, o prédio abriga 1.600 colaboradores da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e recebe cerca de 300 visitantes por dia. Segundo a coordenadora de Projetos do Edifício Forluz, Marisa Costa Duarte Lanna, desde o início da construção, a Forluz recebe a visita de estudantes e profissionais interessados em aprender sobre construções sustentáveis. “Eles têm interesse em todos os sistemas que utilizamos, especialmente no que diz respeito à água. A ocupação do prédio começou recentemente e existe todo um trabalho de apresentação para